O que nos reserva o futuro? 11 personagens apresentam respostas peculiares

Sarah Jones muda de pessoa com simples trocas de guarda-roupa. Num desempenho de gargalhadas, convida para o palco 11 "amigos" do ...

Sarah Jones muda de pessoa com simples trocas de guarda-roupa. Num desempenho de gargalhadas, convida para o palco 11 "amigos" do futuro —desde uma latina de fala rápida a um polícia sincero — e faz-lhes perguntas que todos queremos ver respondidas.

Primeiro que tudo, para aqueles que não conhecem o meu trabalho, eu crio personagens multiculturais, ou seja, personagens de origens muito diferentes. Assim, diante do presente está o novo futuro. Quanto ao passado, cresci numa família que era multi... tudo — multirracial, multicultural, preta e branca, das Caraíbas, irlandeso-americana, germano-americana.



Havia música dominicana aos berros vinda dos estéreos. Havia cristãos e judeus. É uma longa história cheia de intriga, de culpa e vergonha interconfessionais. Mas eu vivia totalmente mergulhada neste mundo que estava cheio desta gente toda, e depois fui para a escola das Nações Unidas, e isso foi totalmente...

Assim, comecei a criar estas vozes e estas pessoas, todas elas eram mais ou menos baseadas em pessoas que eu conhecia. Por exemplo, quando as representava, tentava mesmo viver dentro delas. E, por exemplo, não é assim que eu falo realmente, mas esta era uma das minhas pessoas, e vou trazer alguns dos meus amigos — penso nelas como meus amigos — a este palco, neste espírito da ideia de que o presente é o novo futuro, numa espécie de metavia, porque pensei nisso, e o futuro, para mim, pode ser tão assustador. É que não sei o que está para vir. Não sei se é verdade para os outros, mas esta noção de pensar como podemos entender o futuro e prever os resultados, para mim, é assustador não saber o que pode vir a acontecer. E também a ideia de que há perguntas que nunca vi que a minha gente vai responder, e alguns destes personagens andam comigo há que tempos, alguns deles nem sequer têm nomes. Não sei o que vai acontecer. Não sei o que está para vir, a única coisa que posso fazer é lembrar-me que disse a Chris que vou voar sem rede, e agora que aqui estou, parece mesmo aquele sonho em que não temos rede nenhuma, e suponho que vou acabar por voar e cair de rabo no chão.

Dito isto, vejamos o que vai sair. Vamos fazer a primeira pergunta:

"Alguma vez têm dores de cabeça "por causa dos 'microchips' implantados no vosso cérebro?"

Ok. Primeiro que tudo, vou só dizer que espero que estejam a ouvir bem. Chamo-me Lorraine Levine, e a ideia de "microchips" implantados no meu cérebro, francamente, só de pôr os óculos faz-me lembrar que, graças a Deus, não uso Óculos Google. Sem ofensa. Ainda bem que gostam deles mas, na minha idade, só de usar os habituais que tenho já me dá demasiada informação. Percebem o que eu estou a dizer? (Risos) Não preciso de saber mais. Não quero saber. É assim. Chega. Gosto de vocês todos. Vocês são maravilhosos. É fabuloso estar aqui com gente tão importante, este ano outra vez. Muah!

Ok. Próxima pergunta. (Aplausos) A seguinte, por favor.

"Será aborrecido o namoro, "agora que os seres humanos se reproduzem assexuadamente?"

Quem é que temos aqui?

Olá, ok... olá a todos. Chamo-me Nereida. Queria dizer, primeiro que tudo que namorar nunca é aborrecido, seja como for. Mas estou muito excitada por estar aqui, por isso vou tentar não esquecer que, sabem, o objetivo de estar aqui. Quer dizer, tentar responder a estas perguntas é muito excitante. Mas também, preciso de reconhecer que o TED é uma experiência incrível, mas agora, preciso mesmo de dizer, Isabel Allende. Isabel Allende! Talvez não signifique... claro que vos diz algo, mas para mim, é outro nível, ok? Porque sou latina e aprecio mesmo o fato de haver aqui modelos que eu posso, não sei, só preciso de dizer isto. Isto é incrível para mim, e por vezes quando estou nervosa, preciso de dizer algumas afirmações que me possam ajudar, tipo... Normalmente tento usar as três palavrinhas que me fazem sempre sentir melhor: Sotomayor, Sotomayor, Sotomayor. (Risos) Ajuda-me a manter os pés no chão. E posso usar Allende, Allende, Allende, e só preciso de dizer isto, é tão incrível estar aqui, e sabia que íamos ter todas estas perguntas. Estava tão nervosa e pensava: "Oh meu Deus, oh meu Deus" e lembrava-me, porque eu tive algumas, especialmente desde a última vez que estivemos aqui no TED, foi, inacreditável, e logo depois disso, aconteceram coisas loucas, fomos atuar à Casa Branca. Foi fantástico, e agora estou aqui, por favor não digas: "Oh, meu Deus". E estava sempre a dizer: "Oh, meu Deus. Oh, meu Deus". E estava sempre a pensar, o Presidente Obama tem que vir aqui a este pódio, e eu a dizer: "Oh meu Deus". É a separação da Igreja e do Estado. É como se eu não conseguisse pensar. Era realmente demais. Por isso penso que me perdi. O que eu queria dizer é que, o namoro, sabem, no que me diz respeito, se nos reproduzimos, desde que estejamos a divertir-nos, e é assexual com consentimento do outro — não sei... Percebem onde eu quero chegar. Ok, "tchau", "gracias". Ok, próxima pergunta. (Aplausos)

"Quais são as tuas cinco canções preferidas neste momento?"

Ok, primeiro que tudo, vou dizer,

neste momento sou o único tipo aqui. Chamo-me Rashid, e nunca estive no TED, estão a perceber? Penso que Sarah Jones não quis que eu viesse da última vez, não sei porquê. Percebem? Obviamente eu seria ideal para o TED. Percebem? Para já, ando no "hip hop", percebem? Sei que alguns de vocês podem não estar muito por dentro da música. mas há sempre uma primeira vez para saber, percebem? Eu ando no "hip hop", é por isso qu'eu agarro no microfone numa postura oficial de apresentador. Podem vê-lo aqui mesmo. É assim que se agarra. Podem arranjar o tutorial aqui mesmo. Mas quando Sarah Jones me disse que vínhamos aqui, Foi como, diacho, percebem? TED é mesmo, caramba, enfiei uma data de droga, percebem? Enfiei-me nessa mer... Mas ela foi como, "ya": "Vamos ter que responder a algumas perguntas ao acaso". E eu, tipo: "Que raio é isso?" Percebem? Ficar aqui especado e responder a perguntas ao acaso? Não quero, quer dizer, é como um apalpão intelectual. Percebem? (Risos) Não quero estar aqui especado a ser interrogado e, sei lá. Foi isso que eu tentei deixar para trás em Nova Iorque. Percebem? De qualquer modo, vou ter que dizer as minhas cinco canções agora está tudo no meu catálogo pessoal, percebem? Por isso, se quiserem saber mais, percebem? Podemos falar sobre a anti-pirataria e tudo isso, mas, naquilo que me diz respeito, acredito em direitos de autor Creative Commons, e penso que é muito importante, que isso precisa de ser sustentável e tudo, e, quero dizer, no que me diz respeito, quer dizer, isto aqui, este ambiente, gostava de o manter. Percebem? O que digo é que, se estão interessados nas cinco canções "top", terão que falar comigo. Percebem? Sim? No futuro ou no presente. "Ya". Divirtam-se. Ok, próxima pergunta. (Aplausos)

O que é que temos?

"Quantos dos vossos órgãos já foram impressos a 3D?"

(Risos) Bem, tenho que dizer que não sei

quantos dos meus órgãos foram impressos a 3D, mas posso dizer-vos que isto é um desafio muito grande para mim, isto de pensar sobre este conceito do futuro e, sabem, em todo o mundo os pais andam a dizer aos seus filhinhos: "Por favor, têm que comer isto, "andei feito escravo todo o dia numa impressora quente a 3D "para vocês poderem ter esta refeição". Sabem, esse tipo de coisas. E, claro, agora que mudámos do Sul global, há esta mudança de perspectiva global que acontece à volta do... Não podemos dizer-lhes apenas que há crianças esfomeadas. Bem, é o futuro. Já ninguém morre de fome, graças a Deus. Mas como podem perceber, tenho aquele tipo de optimismo, e espero podermos continuar com essa coisa da impressão a 3D. Digamos que eu gosto de pensar que, mesmo no futuro, teremos a publicação, sabem, toda a comida que pode ser impressa. Mas, atenção, por favor gozem isso. Acho que vocês dão uma boa festa aqui no TED. Obrigada. (Aplausos) Próxima pergunta. ["O que é que mudou agora que as mulheres governam o mundo?"]

O que é que mudou...?

... o que é que mudou? Ok. Vai ser assim, Tenho que pensar nisso. O que é que mudou, agora que são as mulheres a dominar o mundo? Primeiro que tudo, queria dizer, o meu nome é Bella, — queria identificar-me — porque, tipo, como feminista, eu... tipo... acho que... tipo.. como nasci nos anos 90, e, tipo, havia muitas mulheres que eram o mais feministas possível, tipo, talvez não percebessem que, uma feminista como eu, tipo, não acho que seja obrigatório ter um certo tipo de voz, ou, tipo, uma certa forma de nos apresentarmos para sermos feministas, porque o feminismo pode ser muito "sexy", e penso mesmo que é muito vital e importante. Tipo, a citação que estou a usar, tipo, é de Gloria Steinem, e chamo-me Bella porque, tipo, Bella Abzug, que é, tipo, uma feminista muito importante da História, e, tipo, penso que essas mulheres, representam mesmo, tipo, que podemos ser vitais e, tipo, espantosas, tipo, es-pantosas, e só temos que usar, tipo, um caftã Eileen Fisher, para provar que somos feministas. Tipo, não é que haja algo de errado com isso, mas a minha mãe, é como eu, tipo: "Porque é que temos que usar calças, "tipo, que objetificam o nosso corpo?" Eu gosto de calças. Tipo, gosto da minha voz. Ela é tipo: "Porque é que temos que falar como..." Falar como quê? Eu estou a exprimir-me, e penso que temos que alcançar, tipo, não apenas percorrer, as diferentes gerações de feministas, mas também percorrer as gamas vocais... (Risos) ...de modo que, tipo, nós... porque de outra forma não é justo, tipo, "restrículo" dentro do feminismo, que é, tipo, uma palavra que eu criei que significa tão estrito que é ridículo. (Risos) Assim, é este o meu sentimento sobre isso. A propósito, vocês são es-pantosos. Ok. Próxima pergunta.

(Aplausos) ["Descobriram a cura para o cancro, mas não para a calvície? Como é?"]

"Ya", sabem,

chamo-me Joseph Mancuso. Primeiro, quero dizer que apreciei que o TED em geral tem sido um grupo muito organizado, um grupo muito organizado. (Risos) E, sabem, tenho que dizer, todo o problema com a calvície e... sabem... a coisa é assim. Enquanto a mulher, no meu caso — como estamos num mundo moderno — façam o que quiserem fazer, não tenho problemas com ninguém, divirtam-se, LGBTQ LMNOP. Certo.? Mas, no que me diz respeito, o poder de atração, as mulheres não se preocupam por mais que vocês pensem que sim. sobre a... sabem, quer dizer, lembro-me de ter ouvido aquela mulher. Amava o marido, era a coisa mais doce. É uma rapariga bastante jovem e bonita, sabem? E o tipo é mais velho. E, sabem, ela disse que o amaria mesmo que ele ficasse com cabelos brancos ou mesmo que caíssem todos. Na minha opinião, trata-se de amor. Estou certo, ou não? É isso mesmo. É isso. Não tenho mais nada para dizer. Mantenham os narizes limpos. Próxima pergunta. (Aplausos)

"Já alguma vez comeu carne que não tenha sido criada num laboratório?"

Quero começar por dizer que é uma experiência muito difícil para uma chinesa... ... americana Não sei como me hei de chamar agora, porque realmente tenho a minha identidade chinesa, mas os meus filhos, são chineses-americanos, mas é difícil tentar exprimir-me em frente de uma audiência de pessoas como estas. Mas se eu tiver que dar a minha opinião sobre carne penso que, primeiro, a coisa mais importante para dizer é que não temos que ter uma comida perfeita, mas também não precisa de ser um veneno. (Risos) Talvez haja um meio termo para isso. (Risos) Mas vou continuar a considerar essa ideia, e eu informo-vos talvez no ano que vem.

A seguinte. A seguinte. A seguinte. (Aplausos) ["Alguma vez haverá um mundo pós-racial?"]

Obrigado por me terem convidado.

Chamo-me Gary Weaselhead. [Gary Cabeça-de-Doninha] Divirtam-se com isso. Sou membro da Blackfeet Nation. Também sou meio lakota, mas este é o nome que me deram, e não, mesmo que possa parecer como uma escolha óbvia, não, não me meti na política. (Risos) Público difícil. Mas sempre gostei que as pessoas soubessem quando falam de raça ou dessas coisas sabem, como membro da comunidade das Primeiras Nações, sabem que, provavelmente não sou o vosso tipo habitual. Por exemplo, além de ser um ativista, também sou comediante de palco profissional. (Risos) E, sabem, sou muito popular nos "campus" secundários e universitários. Sabem, sempre que querem fazer um Dia da Diversidade, ou uma semana "Ei, nós-não-somos-só-brancos"... (Risos) ... lá estou eu. Se penso que alguma vez haverá um mundo pós-racial? Penso que não posso falar de raça sem recordar que isso é uma construção em certos aspectos, mas também que, sabem, enquanto não corrigirmos os erros do passado, vamos estar de costas viradas. Não me interessa se o presente é o novo futuro. Penso que há muita gente boa aqui no TED que está a trabalhar para tratar disso. Por isso, se alguma coisa que eu disse hoje vos fez sentir desconfortáveis... não foi nada, não precisam de agradecer. (Aplausos) Penso que temos tempo para mais uma.

"Qual é a dieta mais popular atualmente?"

Quem está aí?

Ok, vou responder a isso muito depressa,

como sendo 3 ou 4 pessoas diferentes. É mesmo muito depressa. É só dizer que no que diz respeito à dieta, se não gostarmos de nós, cá por dentro, não há dieta sobre a Terra que vá conseguir fazer com que o nosso traseiro fique suficientemente pequeno para nos sentirmos bem. Por isso, não percam tempo. Só queria dizer que como mulher africana, acredito que a dieta que precisamos é mesmo para afastar a crença maluca que há algo de errado com um lindo traseiro. Não, estou a brincar com isto. Não há nada de errado com uma mulher de dimensão. É isso que estou a tentar dizer. Mulheres, festejem o vosso corpo, por amor de Deus Deixem de andar por aí a passar fome. Estão a tornar-se infelizes e a tornar infelizes as outras pessoas. Última resposta.

Então, estamos a falar de qual é a dieta mais popular?

Vou começar por vos dizer a todos que que esta é a primeira vez aqui no TED. Posso não ser a pessoa habitual que encontram neste palco. A minha dentadura não é tão bonita como a de algumas pessoas, mas obriguei a Sarah Jones a prometer que me trazia desta vez, porque não me trouxe da outra vez, mas, sabem, só queria dizer que há muitas coisas mais importantes do que contar calorias, e, enquanto pessoa que vive nas ruas de Nova Iorque, que conseguiu chegar aqui, ouvir todas as ideias que vale a pena espalhar quero dizer a todos que acredito nesta ideia de que o presente é o novo futuro, que onde estão sentados, criam tudo o que vai aparecer, para o melhor ou para o pior. E, cá para mim, penso que "sem-abrigo" é a palavra errada para uma pessoa. Sabem, posso não ter nenhum sítio onde pôr a cabeça à noite, mas isso só faz de mim uma pessoa sem-casa. Eu tenho um lar. Vocês também têm. Procurem-no e tentem encontrar-se aí. Certifiquem-se de que sabem. Não se trata duma realidade virtual no espaço. Isso é maravilhoso, mas também se trata da verdadeira realidade aqui na Terra. Como é que as pessoas estão hoje a viver ? Como podemos participar na solução? Obrigada por pensarem nisso agora, neste preciso momento, para influenciar o futuro. Eu agradeço. Adeus. (Aplausos)

Muito, muito obrigada a todos.

Obrigada por confiar em mim, Chris. (Aplausos)

[Via BBA]

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Brasil Acadêmico Draft: O que nos reserva o futuro? 11 personagens apresentam respostas peculiares
O que nos reserva o futuro? 11 personagens apresentam respostas peculiares
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