Porque as abelhas estão desaparecendo?

Há 50 milhões de anos que as abelhas do mel prosperam, cada colônia com 40 a 50 mil indivíduos coordenados numa espantosa harmonia. Então, p...

Há 50 milhões de anos que as abelhas do mel prosperam, cada colônia com 40 a 50 mil indivíduos coordenados numa espantosa harmonia. Então, porque é que as colônias começaram há sete anos a morrer em massa? Maria Spivak revela quatro causas que estão a interagir, com consequências trágicas. Isto não é apenas um problema porque as abelhas polinizam um terço das culturas no mundo. Poderá esta incrível espécie ser um espelho para nós?

Esta é a nossa vida com abelhas e esta é a nossa vida sem abelhas. As abelhas são os principais polinizadores dos nossos frutos, legumes, flores e culturas como o feno de alfafa que alimenta animais de quinta. Mais de um terço da produção agrícola mundial depende da polinização feita pelas abelhas.



Mas o irônico é que as abelhas não andam por aí a polinizar os nossos alimentos de propósito. Andam por aí porque precisam de comer. As abelhas vão buscar todas as proteínas de que precisam ao pólen e os hidratos de carbono ao néctar. Alimentam-se de flores e, ao irem de flor em flor, como que às compras no mercado de flores da zona, acabam por prestar este precioso serviço de polinização. Em locais do mundo onde não há abelhas ou onde plantam espécies que não atraem as abelhas pagam a pessoas para fazerem a polinização à mão. Estas pessoas passam o pólen de uma flor para outra com um pincel. Na verdade, esta polinização à mão não é assim tão invulgar. Muitas vezes, os produtores de tomate polinizam flores de tomateiro com um vibrador manual. Este é quem faz cócegas ao tomateiro. (Risos) Isto acontece porque o pólen da flor do tomateiro está bem preso no interior da parte masculina da flor, a antera, e a única maneira de libertar este pólen é através de vibrações. Ora, os zangãos são dos poucos tipos de abelha no mundo que conseguem agarrar-se à flor e fazê-la vibrar, e fazem-no agitando os seus músculos de voo a uma frequência semelhante à nota musical Dó. Então eles abanam a flor, aplicam-lhe ultra-sons, e isso liberta o pólen com este eficiente murmulho, o pólen acumula-se no corpo felpudo da abelha e ela leva-o para casa como comida. Agora, os produtores de tomate estão a colocar colónias de zângãos nas estufas para polinizar os tomates porque a polinização é muito mais eficaz quando é feita naturalmente e a qualidade dos tomates é melhor.

Mas há outras razões, talvez mais pessoais, para nos preocuparmos com as abelhas. Há mais de 20 mil espécies de abelhas no mundo e são giríssimas. Estas abelhas passam a maior parte da sua vida escondidas no solo ou dentro de um tronco oco e, destas belas espécies, muito poucas desenvolveram um comportamento tão social como a abelha do mel.

A abelha do mel tende a ser a carismática representante das outras 19 900 e tal espécies porque as abelhas do mel têm qualquer coisa que atrai as pessoas para o seu mundo. Os humanos são atraídos pelas abelhas do mel desde os primeiros registos históricos, principalmente para recolherem o seu mel, que é um fabuloso adoçante natural.

Eu fui atraída para o mundo das abelhas do mel completamente por acaso. Tinha 18 anos e estava aborrecida, então peguei num livro da biblioteca sobre abelhas e passei a noite a lê-lo. Nunca tinha pensado em insectos a viverem em sociedades complexas. Era como o melhor da ficção científica a tornar-se realidade. E mais estranho ainda, havia estas pessoas, estes apicultores, que adoravam as suas abelhas como se fossem da família e, quando pousei o livro, percebi que tinha que ver isso pessoalmente. Então fui trabalhar para um apicultor comercial, uma família que possuía 2 mil colmeias no Novo México. E fiquei viciada para sempre.

As abelhas do mel podem ser consideradas um superorganismo, em que a colónia é o organismo e é composta por 40 mil a 50 mil organismos individuais: as abelhas. Esta sociedade não tem um poder central. Não há ninguém a mandar. Então o modo como elas chegam a decisões colectivas, como atribuem as tarefas e dividem o trabalho, como comunicam onde estão as flores, todos os seus comportamentos sociais colectivos são assombrosos. O meu preferido, e que estudei durante muitos anos, é o seu sistema de saúde. Pois as abelhas têm um sistema de saúde. No meu laboratório, estudamos como é que as abelhas se mantêm saudáveis. Por exemplo, estudamos higiene, em que algumas abelhas conseguem localizar e retirar indivíduos doentes da colmeia, da colónia, mantendo a colónia saudável. Mais recentemente temos estudado as resinas que as abelhas recolhem das plantas. Então, as abelhas voam até certas plantas, raspam estas resinas muito pegajosas das folhas e levam-nas para a colmeia onde as incluem na arquitectura da colmeia, onde lhe chamamos própolis. Verificámos que a própolis é um desinfectante natural. É um antibiótico natural. Mata as bactérias, os bolores e outros germes na colónia e assim reforça a saúde da colónia e a sua imunidade social. Os humanos conhecem os poderes da própolis desde os tempos bíblicos. Temos recolhido própolis das colónias de abelhas para a medicina humana, mas não sabíamos como era benéfica para as abelhas. Então as abelhas do mel possuem estas incríveis defesas naturais que as têm mantido saudáveis e prósperas há mais de 50 milhões de anos.

Há 7 anos, quando as colónias de abelhas do mel foram notícia por estarem a morrer em massa, primeiro nos Estados Unidos, ficou claro que havia algo de mesmo muito errado. Na nossa consciência colectiva, de forma muito básica, sabemos que não nos podemos dar ao luxo de perder as abelhas. Então, o que se passa? As abelhas estão a morrer de causas várias e interactivas, e eu vou aqui analisar cada uma delas. A verdade é que a morte das abelhas reflecte uma paisagem sem flores e um sistema disfuncional de produção de alimentos.

Como temos óptimos dados sobre as abelhas do mel, vamos usá-los como exemplo. Nos Estados Unidos, o número de abelhas tem vindo a diminuir desde a II Guerra Mundial. Agora temos metade do número de colmeias apícolas nos Estados Unidos, comparado com 1945. Pensamos que já só existem cerca de 2 milhões de colmeias. E o motivo é que, depois da II Guerra Mundial, mudámos as nossas práticas agrícolas. Deixámos de plantar culturas de cobertura. Deixámos de plantar trevo e alfala, que são fertilizantes naturais que fixam o azoto ao solo, e, em vez disso, começámos a usar fertilizantes sintéticos. O trevo e a alfafa são um alimento altamente nutritivo para as abelhas. Depois da II Guerra Mundial, começámos a usar herbicidas para matar as ervas daninhas nas nossas quintas. Muitas destas ervas daninhas são plantas com flor de que as abelhas precisam para sobreviver. E começámos a plantar monoculturas cada vez mais extensas. Agora falamos em desertos alimentares, sítios nas nossas cidades, bairros que não têm mercearias. As próprias quintas que costumavam sustentar as abelhas são agora desertos alimentares agrícolas, dominados por uma ou duas espécies de plantas como o milho e a soja. Desde a II Guerra Mundial, temos sistematicamente eliminado muitas das plantas com flor de que as abelhas precisam para sobreviver. E estas monoculturas incluem até mesmo as culturas que são benéficas para as abelhas, como as amendoeiras. Há 50 anos, os apicultores levavam algumas colónias, enxames de abelhas, para polinizarem os pomares de amendoeiras, e também porque o pólen da flor da amendoeira é mesmo muito proteíco. É muito bom para as abelhas. Agora, a escala da monocultura de amendoeira requer que a maioria das abelhas do país, mais de 1,5 milhão de colmeias, sejam transportadas através do país para polinizar uma única cultura. São trazidas em camiões, e têm depois que ser levadas porque, depois da floração, os pomares de amendoeiras tornam-se uma vasta paisagem sem flores.

As abelhas têm estado a morrer nos últimos 50 anos e nós estamos a plantar mais culturas que precisam delas. Houve um aumento de 300% da produção agrícola que precisa da polinização das abelhas.

E há ainda os pesticidas. Depois da II Guerra Mundial, começámos a usar pesticidas em grande quantidade, e estes tornaram-se necessários devido às monoculturas, que são um festim para as pragas agrícolas. Recentemente, os investigadores da Universidade de Penn State começaram a analisar os resíduos de pesticidas no pólen que as abelhas levam para a colmeia como comida, e verificaram que cada porção de pólen que uma abelha recolhe contém pelo menos seis pesticidas detectáveis, incluindo todos os tipos de insecticidas, herbicidas, fungicidas. e até ingredientes inertes e não identificados que fazem parte da fórmula dos pesticidas, que podem ser mais tóxicos que o ingrediente activo. Esta abelhinha segura um grande espelho. Quanto será necessário para contaminar os humanos?

Um destes tipos de insecticida, os neonicotinóides, faz manchetes pelo mundo fora neste momento. Já devem ter ouvido falar. É um novo tipo de insecticida. Circula pela planta, para que uma praga agrícola, um insecto que coma folhas, dê uma dentada na planta, tome uma dose letal e morra. Se um destes neonicotinóides for aplicado em elevadas concentrações, como nesta aplicação no solo, circulará em quantidade suficiente pela planta para penetrar no pólen e no néctar, onde a abelha pode consumir, neste caso, uma dose elevada desta neurotoxina que a fará ter espasmos e morrer. Na maioria dos cenários agrícolas, na maioria das nossas quintas, só a semente é que é coberta com o insecticida, e assim uma pequena concentração circula pela planta, penetra no pólen e no néctar e, se uma abelha consumir esta dose mais baixa, ou não acontece nada, ou a abelha fica intoxicada e desorientada e pode não encontrar o caminho de volta à colmeia. E ainda por cima, as abelhas têm as suas próprias doenças e parasitas. O principal inimigo das abelhas é isto. Chama-se "Varroa destructor". Tem um nome apropriado. É este grande parasita sugador de sangue que compromete o sistema imunitário da abelha e transporta os vírus.

Deixem-me resumir tudo isto. Não sei como é para uma abelha ter um grande parasita às voltas nela a sugar-lhe o sangue, nem sei como é para uma abelha ter um vírus, mas sei o que sinto quando tenho um vírus, o da gripe, e sei como me é difícil chegar à mercearia para conseguir bons alimentos. Então e se eu vivesse num deserto alimentar? E se eu tivesse de percorrer uma grande distância para chegar à mercearia e, quando finalmente o meu corpo fraco lá chegasse, se ingerisse, com a comida, quantidade suficiente dum pesticida, duma neurotoxina que me impedisse de encontrar o caminho de volta a casa? É isto que queremos dizer com causas de morte várias e interactivas.

E não são só as nossas abelhas do mel. Todas as nossas belas espécies de abelhas selvagens estão em risco, incluindo os zângãos que polinizam os tomates. Estes estão a dar apoio às nossas abelhas do mel. Estão a assegurar a polinização juntamente com as abelhas do mel. Precisamos das nossas abelhas todas.

Então o que havemos de fazer? O que havemos de fazer quanto a este grande problema das abelhas que criámos? Mas afinal, há esperança. Há esperança. Cada um de vocês pode ajudar as abelhas de duas maneiras muito directas e fáceis. Plantem flores de que as abelhas gostam e não contaminem essas flores, este alimento das abelhas, com pesticidas. Vão à Internet pesquisar que flores são nativas da vossa região e plantem-nas. Plantem-nas num vaso à entrada da vossa casa. Plantem-nas no vosso jardim, nos vossos relvados, nas vossas ruas. Façam campanhas para que as plantem em jardins públicos, em espaços comuns, nos campos. Deixem os terrenos agrícolas em pousio. Precisamos de uma linda diversidade de flores que desabroche durante todo o período vegetativo, da primavera ao outono. Precisamos de flores à beira das estradas para as nossas abelhas, mas também para as borboletas, aves migratórias e outras espécies selvagens. E precisamos de pensar seriamente em voltar a pôr culturas de cobertura para nutrir o nosso solo e as nossas abelhas. E precisamos de diversificar as nossas quintas. Precisamos de plantar flores em redor das culturas e nas sebes para travar o deserto alimentar agrícola e começar a corrigir o disfuncional sistema alimentar que criámos.

Talvez pareça uma contramedida pequeníssima para um grande, um enorme problema — vamos lá plantar flores — mas quando as abelhas têm acesso a uma boa alimentação, nós temos acesso a uma boa alimentação através dos seus serviços de polinização. E quando as abelhas têm acesso a uma boa alimentação, são mais capazes de usar as suas próprias defesas naturais, os seus cuidados de saúde, dos quais dependem há milhões de anos. Então, a beleza de ajudarmos as abelhas assim, para mim, é que cada um de nós tem de se comportar um pouco mais como uma sociedade de abelhas, uma sociedade de insectos, em que cada acção individual nossa pode contribuir para uma solução maior, uma propriedade emergente, que é muito maior que a simples soma das acções de cada um de nós. Que o pequeno acto de plantar flores e de as manter livres de pesticidas seja o motor de uma mudança em grande escala.

Em nome das abelhas, obrigada.

(Aplausos)

Chris Anderson: Obrigado. Só uma pergunta rápida. Os últimos números sobre a mortalidade das abelhas, há algum sinal de que as coisas estejam a inverter-se? Qual é o seu grau de optimismo/pessimismo?

Maria Spivak: Pois. Pelo menos nos Estados Unidos, em média 30% de todas as colmeias perdem-se todos os invernos. Há cerca de 20 anos as perdas andavam nos 15%. Portanto, a situação está a ficar precária.

CA: Não são 30% por ano, são... MS: Sim, são 30% por ano.

CA: 30% por ano. MS: Mas os apicultores dividem as colónias e assim conseguem manter o mesmo número, conseguem recuperar parte das perdas.

Chegámos a uma espécie de ponto crítico. Não nos podemos permitir perder muitas mais. Temos que estar muito gratos a todos os apicultores. Plantem flores.

CA: Obrigado.

(Aplausos)
[Via BBA]

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Porque as abelhas estão desaparecendo?
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